<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1626827244359704403</id><updated>2012-01-20T17:31:44.516-02:00</updated><title type='text'>Lavra da palavra</title><subtitle type='html'>Blog de palavra literária... Palavra bruta... Palavra lapidada... Palavra... Pá-Lavra.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://lavradapalavraitalobruno.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1626827244359704403/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lavradapalavraitalobruno.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ítalo Bruno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00474148725136559720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>8</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1626827244359704403.post-3478178075985099016</id><published>2009-05-24T17:13:00.005-03:00</published><updated>2009-05-24T17:25:03.032-03:00</updated><title type='text'>O nosso Cleto</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_QApXMrge7PA/ShmsApWNkUI/AAAAAAAAAA0/QdN7CdSSJLw/s1600-h/meu+c%C3%A3o+Anacleto.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339487960323428674" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 286px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_QApXMrge7PA/ShmsApWNkUI/AAAAAAAAAA0/QdN7CdSSJLw/s320/meu+c%C3%A3o+Anacleto.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– Cletão, estamos aqui a sua família, seus amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1626827244359704403-3478178075985099016?l=lavradapalavraitalobruno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lavradapalavraitalobruno.blogspot.com/feeds/3478178075985099016/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1626827244359704403&amp;postID=3478178075985099016' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1626827244359704403/posts/default/3478178075985099016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1626827244359704403/posts/default/3478178075985099016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lavradapalavraitalobruno.blogspot.com/2009/05/o-nosso-cleto.html' title='O nosso Cleto'/><author><name>Ítalo Bruno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00474148725136559720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_QApXMrge7PA/ShmsApWNkUI/AAAAAAAAAA0/QdN7CdSSJLw/s72-c/meu+c%C3%A3o+Anacleto.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1626827244359704403.post-5790626073718920503</id><published>2009-05-24T15:06:00.002-03:00</published><updated>2009-05-24T17:04:59.983-03:00</updated><title type='text'>Anacleto</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Anacleto, &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;nosso cão, melhor amigo dentre os não cães e pessoa bicho da melhor qualidade. Bicho pessoa. Bicho bicho. Animal. Humano. Demasiado.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; Foi encontrado na rua onde mora a minha mãe e inicialmente adotado por ela, que lhe deu também o nome de um outro antigo cão da minha infância e adolescência no interior de São Paulo.  &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desde pequenino, aquela bolinha de pelo negro, crescendo e criado com amor e carinho que é tudo o que alguém precisa para crescer bem. Pelo menos é o que eu pensava. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cleto cresceu forte, bonito, sempre muito brincalhão, amigo dos melhores. Meigo e ao mesmo tempo um bravo. Destemido. Muito inteligente, sagaz, astuto. Cletão cresceu um belo cão mestiço entre pastor capa preta (ou manto negro) e vira-lata. Sadio, parecia indestrutível. Ensinei-o a brigar, para se defender na vida dos reveses diante de outros cães. Lutávamos artes do jiu-jitso e luta-livre e ele não desistia nunca, sempre voltando à carga. Era um guerreiro. O nosso cão. Anacla. Anacloso. Cleto. Cletão. Nomes do nosso Anacleto. Apelidos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cletão completava o nosso lar, a nossa casa. Éramos: Ítalo, Paula, Arthur e Cleto, aqui em casa. Quando a cinomose o pegou, Paula digitou como proteção de tela em nosso micro &lt;em&gt;Ítalo, Paula, Arthur e Cleto. &lt;/em&gt;E isto ficou (e ficará) vagando por nossa tela enquanto cuidávamos dele, dando antibiótico, soro caseiro, vitamina C, complexo B, comida liquidificada injetada por seringa na boca e toda a parafernália farmaceutica cinomótica, além de consultas a veterinários que só souberam dizer &lt;em&gt;sacrifício ao seu animal&lt;/em&gt;. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sacrifício de quem, animais? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Do grande amigo precisando de carinho e cuidados em sua hora mais delicada, como qualquer alguém numa UTI! &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Já imaginaram ao primeiro sintoma diante do HIV e do câncer "sacrificar" o &lt;em&gt;UTInado &lt;/em&gt;amigo ou parente, só por "dó" ou "peninha" em vê-lo lutar até o último cartucho por sua vida? A vida vale qualquer luta. Lutar pela vida faz parte de quem vive e essa luta não é nada "bonitinha", "certinha", &lt;em&gt;"clean&lt;/em&gt;zinha", "politicamente corretinha" na hora mais "H" do combate. &lt;em&gt;Viver é perigoso&lt;/em&gt;, já escreveu o Rosa, o grande João Guimarães Rosa em &lt;em&gt;Grande sertão: veredas&lt;/em&gt;. E desse &lt;em&gt;perigo&lt;/em&gt; não temos como correr ou nos protegermos nas (falsas e hipócritas) blindagens do mundinho nosso de cada dia, inventadas por tantas inventivas e invenções das muitas inutilidades pós-moderninhas desses nossos tempinhos de merda.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Somente uma guerreira olhou para Cletão como alguém lutando por sua vida e aceitou lutarmos com ele &lt;em&gt;o bom combate&lt;/em&gt;. Dra. Marlene Bichler, médica veterinária das boas em Arujá, SP. Por vocação e competência. Aquela &lt;em&gt;alemãzona &lt;/em&gt;de verdes olhos de mar, que olhou para Cleto moribundo em nossa van e disse: "Como está esse menino?" E com a maior honestidade do mundo não nos prometeu nada, mas se comprometeu a lutar com todo o seu conhecimento e experiência (que são muitos) pela vida do nosso Cleto. E o pegou no colo, como se pega um filho ferido e o levou com todo cuidado e carinho para a sua mesa de exame clínico. Sem perda de tempo examinando e tomando as primeiras providências médicas. A ela se somou o Dr. Bruno William Amaro, também médico veterinário dos bons e, Lucimara, que sabe tudo de bicho ( e quem sabe, também de gente... ). &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Usaram de um protocolo recentemente desenvolvido capaz de recuperar casos dados como perdidos de cinomose. Lutaram com afinco pela vida do nosso Cleto. E, o resultado logo se viu: dias depois ele parecia outro. Até latir voltou a fazer! Da última vez que o vimos, saímos de lá com a certeza de que o nosso Cletão logo estaria de volta, para cuidarmos dele até se recuperar inteiramente, nem que tivéssemos que levá-lo para sessões de acupuntura e o escambau!...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mas... &lt;em&gt;Viver é perigoso&lt;/em&gt;, ecoou aquela voz do sertão... &lt;em&gt;O senhor é homem soberano, circunspecto. Amigos somos. Nonada. O diabo não há! É o que eu digo, se for... Existe é homem &lt;/em&gt;[ e bicho ]&lt;em&gt; humano. Travessia. &lt;/em&gt;E o nosso Cletão realizou a sua &lt;em&gt;travessia&lt;/em&gt;. Quem sabe até &lt;em&gt;a&lt;/em&gt; &lt;em&gt;terceira margem do rio&lt;/em&gt;, esse nosso &lt;em&gt;rio-rio-rio, o rio&lt;/em&gt;? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O fato foi que o nosso Anacleto não morreu, mas apenas "ficou encantado", pois &lt;em&gt;as pessoas &lt;/em&gt;[ e os cães e outros bichos ] &lt;em&gt;não morrem, ficam encantadas&lt;/em&gt;. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A gente morre é para provar que viveu&lt;/em&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; – &lt;strong&gt;Cleto, estamos aqui a sua família, seus amigos.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1626827244359704403-5790626073718920503?l=lavradapalavraitalobruno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lavradapalavraitalobruno.blogspot.com/feeds/5790626073718920503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1626827244359704403&amp;postID=5790626073718920503' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1626827244359704403/posts/default/5790626073718920503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1626827244359704403/posts/default/5790626073718920503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lavradapalavraitalobruno.blogspot.com/2009/05/anacleto.html' title='Anacleto'/><author><name>Ítalo Bruno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00474148725136559720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1626827244359704403.post-3674090162527022169</id><published>2008-10-29T11:07:00.001-02:00</published><updated>2008-10-29T11:07:46.756-02:00</updated><title type='text'>O significado de uma palestra</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Estamos em plena era das palestras. Tempo de palavras&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;em audit&amp;#243;rios e lugares onde se pode concentrar pessoas para ouvir algu&amp;#233;m falar... &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;E o que se fala numa palestra?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tudo.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Palestra &amp;#233; o g&amp;#234;nero mais democr&amp;#225;tico de informa&amp;#231;&amp;#227;o e discuss&amp;#227;o p&amp;#250;blica. Por isso n&amp;#227;o tem sentido palestrar cobrando. E sobretudo cobrando caro. Se algu&amp;#233;m intenta obter lucro palestrando, que seja advindo das portas que uma (boa) palestra pode abrir para palestrante e ouvinte.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Palestrar &amp;#233; conversar, descontraidamente, em tom coloquial, olhando nos olhos, sem receios, puxando pelo bom humor, brincando, enfatizando quando &amp;#233; preciso, silenciando quando necess&amp;#225;rio, sugerindo, explicitando, criando impl&amp;#237;citos na fala, indo de um ponto ao outro sem perder o rumo da prosa. E por falar em prosa: palestrar &amp;#233; prosear. Ao modo de algu&amp;#233;m, noitinha fria, ao p&amp;#233; de fogueira contando para outros em redor do fogo as coisas da alma, relatos de andan&amp;#231;as, imagens de travessia...&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vamos palestrar?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;E por falar em palestra, dia 4 de novembro de 2008, &amp;#224;s 19h:30min estarei palestrando na UniABC, em Santo Andr&amp;#233;, SP, falando sobre o Rosa e o seu sert&amp;#227;o afetivamente criado. Entrem no &lt;em&gt;Google&lt;/em&gt;, vejam o endere&amp;#231;o da UniABC e apare&amp;#231;am! Ser&amp;#225; um prazer estarmos reunidos ao redor do fogo da palavra que arde na fala.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;L&amp;#225; estaremos, com meu amigo, parceiro e colega Prof. S&amp;#233;rgio Simka, a coordenadora de Letras da UniABC Profa. Telma Mafra e outros colegas e alunos interessados, al&amp;#233;m da minha mulher Paula Maria, do meu filho Arthur Bruno e da minha m&amp;#227;e Julieta Bruno, que sempre est&amp;#227;o comigo em minhas andan&amp;#231;as por palavras e lugares.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sauda&amp;#231;&amp;#245;es universit&amp;#225;rias!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Abra&amp;#231;&amp;#227;o, gente!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Prof. &amp;#205;talo Meneghetti&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1626827244359704403-3674090162527022169?l=lavradapalavraitalobruno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lavradapalavraitalobruno.blogspot.com/feeds/3674090162527022169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1626827244359704403&amp;postID=3674090162527022169' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1626827244359704403/posts/default/3674090162527022169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1626827244359704403/posts/default/3674090162527022169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lavradapalavraitalobruno.blogspot.com/2008/10/o-significado-de-uma-palestra.html' title='O significado de uma palestra'/><author><name>Ítalo Bruno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00474148725136559720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1626827244359704403.post-839094955021095684</id><published>2008-10-29T10:01:00.001-02:00</published><updated>2008-10-29T10:01:45.662-02:00</updated><title type='text'>Palavra: matéria de encantamento e magia</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Toda palavra &amp;#233; portadora de algo que carrega em sua sem&amp;#226;ntica e diz, quando se escreve. Encerra a for&amp;#231;a do s&amp;#237;mbolo e aciona o pensamento de um modo tal que n&amp;#227;o tenho d&amp;#250;vida: a palavra &amp;#233; a maior inven&amp;#231;&amp;#227;o humana. Depois veio o n&amp;#250;mero. &amp;#201; preciso pensar, antes, para enumerar. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Desculpem-me os matem&amp;#225;ticos, mas a palavra &amp;#233; fundamental, tal qual a beleza na mulher para Vin&amp;#237;cius.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sem a palavra n&amp;#227;o temos um mundo poss&amp;#237;vel em nossa dimens&amp;#227;o humana. Nada aconteceria. Nada. Toda a possibilidade humana parte da palavra, seja oral ou escrita. A palavra opera, age e realiza. N&amp;#227;o existiria concretiza&amp;#231;&amp;#227;o alguma se antes n&amp;#227;o houvesse a palavra em nosso mundo. N&amp;#227;o a toa que a tradi&amp;#231;&amp;#227;o jud&amp;#225;ica j&amp;#225; escreveu em seu livro fundamental: &lt;em&gt;No princ&amp;#237;pio era o verbo&lt;/em&gt; (...). &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fico, hoje, por aqui, com essa reflex&amp;#227;o sobre a &lt;em&gt;palavra&lt;/em&gt;. &amp;#201; poss&amp;#237;vel reescrever o mundo, por pior que se apresente em nossa leitura.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sauda&amp;#231;&amp;#245;es, gente!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Abra&amp;#231;os.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;#205;talo Bruno&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1626827244359704403-839094955021095684?l=lavradapalavraitalobruno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lavradapalavraitalobruno.blogspot.com/feeds/839094955021095684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1626827244359704403&amp;postID=839094955021095684' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1626827244359704403/posts/default/839094955021095684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1626827244359704403/posts/default/839094955021095684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lavradapalavraitalobruno.blogspot.com/2008/10/palavra-matria-de-encantamento-e-magia.html' title='Palavra: matéria de encantamento e magia'/><author><name>Ítalo Bruno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00474148725136559720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1626827244359704403.post-5903223439540960659</id><published>2008-04-29T12:56:00.003-03:00</published><updated>2008-04-29T13:09:54.515-03:00</updated><title type='text'>Vislumbres da Mantiqueira</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Exposição fotográfica de &lt;em&gt;Lino Matheus&lt;/em&gt;: &lt;em&gt;Vislumbres da Mantiqueira&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fotografia de Lino Matheus ( Foto: &lt;em&gt;Beatrjs T'Kindt&lt;/em&gt; Lino Matheus), morador de Visconde de Mauá e amante da natureza e da Serra da Mantiqueira, descreve assim sua exposição de fotos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estas fotos, técnicamente despojadas e bastante 'clássicas', não pretendem ser mais do que são: um olhar afetuoso, íntimo e momentâneo sobre as coisas singelas com as quais nos deparamos no dia a dia, ao sabor das nossas andanças pela Mantiqueira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elas sugerem que, ao nosso redor, à cada instante, vislumbres sutis da Natureza e da Vida Rural se oferecem aos nossos olhos, fazendo apelo à nossa sensibilidade, despertando emoções e revelando uma recôndita harmonia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dedico estas fotos à memória de meu filho Daniel (1985 - 2005), que aqui nasceu e que entre estas montanhas repousa."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A exposição &lt;em&gt;Vislumbres da Mantiqueira&lt;/em&gt; aconteceu de 23 de dezembro de 2007 a 10 de fevereiro de 2008, no Centro Cultural Visconde de Mauá, na Vila de Visconde de Mauá, Município de Resende, RJ. E vale ser reapresentada para os que ainda não tiveram a oportunidade de contemplá-la. Escreva para o &lt;em&gt;Blog Mantiqueira &lt;/em&gt;&lt;a href="http://mantiqueira.zip.net/"&gt;&lt;em&gt;http://mantiqueira.zip.net&lt;/em&gt;/&lt;/a&gt; e deixe o seu recado pedindo a reapresentação da exposição.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1626827244359704403-5903223439540960659?l=lavradapalavraitalobruno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lavradapalavraitalobruno.blogspot.com/feeds/5903223439540960659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1626827244359704403&amp;postID=5903223439540960659' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1626827244359704403/posts/default/5903223439540960659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1626827244359704403/posts/default/5903223439540960659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lavradapalavraitalobruno.blogspot.com/2008/04/vislumbres-da-mantiqueira.html' title='Vislumbres da Mantiqueira'/><author><name>Ítalo Bruno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00474148725136559720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1626827244359704403.post-4021037086486423341</id><published>2008-04-29T12:36:00.003-03:00</published><updated>2008-04-29T12:49:23.221-03:00</updated><title type='text'>Visite o Blog Mantiqueira [ http://mantiqueira.zip.net/ ]</title><content type='html'>Caro Peregrino da &lt;em&gt;Web&lt;/em&gt;,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você hoje está nos visitando, tenha certeza, algo entrelaçado nessa nossa infinita teia o trouxe até aqui. Portanto, não recue e se aconchegue à beira dessa fogueira que ilumina e aquece as noites mais escuras e frias do tempo e, sem receios, traga a sua prosa e conte para todos nós algo sobre o mundo e a vida, que é disso que todos estamos precisando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O "Blog Mantiqueira" também é seu e o acolhe como o espaço afetivo da sua casa. Um espaço feito de palavras que movem as coisas, pessoas e seres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste instante em que você acaba de chegar por aqui, &lt;em&gt;Gaia&lt;/em&gt;, essa Terra azul e finita joga garrafas ao mar, como náufraga de uma "civilização" cujo modelo conspira permanentemente contra a sua (a nossa) vida. Lança mensagens ao infinito, quem sabe na esperança de alguém para recolher... Enquanto ainda é tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja bem vindo, Peregrino, seja você quem for e nos conte a sua história!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saudações!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ítalo Bruno&lt;/em&gt; &amp;amp; &lt;em&gt;Lino Matheus&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1626827244359704403-4021037086486423341?l=lavradapalavraitalobruno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lavradapalavraitalobruno.blogspot.com/feeds/4021037086486423341/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1626827244359704403&amp;postID=4021037086486423341' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1626827244359704403/posts/default/4021037086486423341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1626827244359704403/posts/default/4021037086486423341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lavradapalavraitalobruno.blogspot.com/2008/04/visite-o-blog-mantiqueira.html' title='Visite o Blog Mantiqueira [ http://mantiqueira.zip.net/ ]'/><author><name>Ítalo Bruno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00474148725136559720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1626827244359704403.post-4178484464605189589</id><published>2008-04-03T10:16:00.003-03:00</published><updated>2008-04-03T10:30:58.794-03:00</updated><title type='text'>O AMOR COMO TRAVESSIA</title><content type='html'>Desde criança ouvia as pessoas falarem do amor. Ainda não sabia o que era esse enigma que tanto inquieta gerações no tempo e espaço. Embora não soubesse podia sentir a sua força e presença nos beijos e afagos dos meus pais. Era algo indescritível deitar em minha cama, nas frias e longas noites da infância e sentir que ali, pertinho de mim estavam aqueles que me davam toda a certeza de afeto e proteção: minha mãe e meu pai. E isto era o amor manifestado para mim, embora eu ainda não soubesse o que era esse algo que anda nas juras, choros, risos, gritos e gemidos de todos nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudava em colégio de padres Salesianos, em Sorocaba e, um dia, numa tarde de domingo, numa das missas, padre Martini falou, em sua homilia, sobre o amor. Leu na íntegra a Epístola de Paulo aos Coríntios, quando o apóstolo escreve acerca do amor. Lembro-me que fiquei impressionado e emocionado com aquelas palavras de efeito bonito, gostoso de ouvir, criando imagens em mim que acabei perseguindo por todo o meu tempo adiante. E eu saí de lá, daquela nossa pequena, mas singela igrejinha colegial com o firme intento de que era um amor assim que eu buscaria na vida para ser a minha mulher e a mãe dos meus filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo, em seu deslocamento irrevogável de pessoas, vidas, situações, coisas e lugares foi me levando para bem longe daquela tarde de domingo. Mas aquelas palavras iam comigo, guardadas no coração. Fui crescendo na perseguição do amor...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tive encontros e desencontros, como qualquer pessoa. Muitas vezes chorei. Noutras sorri, como qualquer pessoa. Nunca tive medo de amar, tampouco de buscar incessantemente o amor e amei à esmo! Sempre em busca do amor. Mal sabia que o amor nunca se concretiza em sua interminável passagem e que quanto mais o procuramos mais nos desloca em seu rumo feito de sentimento e enigma. Assim, por algumas vezes encontrei o amor em meu caminho. Mas as palavras ouvidas naquela tarde antiga de domingo ainda ressoavam em meu coração... E eu sabia que aquele amor eu ainda não havia encontrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que na tarde mais triste de Paula eu a encontrei com a dor infinita que corrói diante da perda. A sua mãe estava morta e ela, alí, diante de mim, altiva como uma guerreira no embate com a Morte e com lágrimas no olhar. E me olhou com o olhar do tempo. E a reconheci. Era ela a mulher que sempre busquei. Era como se estivesse naquela tarde antiga de domingo ouvindo padre Martini falar sobre o amor. Curiosamente nas palavras de Paulo sobre o amor encontrei Paula, a mulher de todo o meu amar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí em diante, tudo aconteceu muito rápido e o Destino nos foi favorável. Hoje estamos casados, teremos a nossa filha e o nosso filho. Temos a vida, por viver. Estradas. Veredas. Travessias. E a cada dia eu me surpreendo com essa mulher que para mim é tudo e que me olha, beija e afaga com o toque infinito da inquietação e da delicadeza. A ela dedico a minha força e o meu tempo de homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu te amo, Paula Maria. E escrevo estas palavras em teu&lt;em&gt; blog&lt;/em&gt; [deixei escrito, nesta manhã, em seu &lt;em&gt;blog&lt;/em&gt; http//pensamentosesentimentosaluap.blogspot.com/ ] como quem marca com o ferro em brasa a carne nua do &lt;em&gt;papel digital&lt;/em&gt;, que é onde a palavra poética procura abrigo e costuma fazer morada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ítalo Bruno, teu Homem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1626827244359704403-4178484464605189589?l=lavradapalavraitalobruno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lavradapalavraitalobruno.blogspot.com/feeds/4178484464605189589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1626827244359704403&amp;postID=4178484464605189589' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1626827244359704403/posts/default/4178484464605189589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1626827244359704403/posts/default/4178484464605189589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lavradapalavraitalobruno.blogspot.com/2008/04/o-amor-como-travessia.html' title='O AMOR COMO TRAVESSIA'/><author><name>Ítalo Bruno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00474148725136559720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1626827244359704403.post-7195237398427727602</id><published>2008-04-01T23:23:00.004-03:00</published><updated>2008-04-02T00:36:13.770-03:00</updated><title type='text'>A Terceira Margem do Rio</title><content type='html'>Oco de pau que diz: eu sou madeira, beira&lt;br /&gt;Boa, dá vau, triztriz, risca certeira&lt;br /&gt;Meio a meio o rio ri, silencioso, sério&lt;br /&gt;Nosso pai não diz, diz: risca terceira&lt;br /&gt;Água da palavra, água calada, pura&lt;br /&gt;Água da palavra, água de rosa dura&lt;br /&gt;Proa da palavra, duro silêncio, nosso pai,&lt;br /&gt;Margem da palavra entre as escuras duas&lt;br /&gt;Margens da palavra, clareira, luz madura&lt;br /&gt;Rosa da palavra, puro silêncio, nosso pai&lt;br /&gt;Meio a meio o rio ri por entre as árvores da vida&lt;br /&gt;O rio riu, ri por sob a risca da canoa&lt;br /&gt;O rio riu, ri o que ninguém jamais olvida&lt;br /&gt;Ouvi, ouvi, ouvi a voz das águas&lt;br /&gt;Asa da palavra, asa parada agora&lt;br /&gt;Casa da palavra, onde o silêncio mora&lt;br /&gt;Brasa da palavra, a hora clara, nosso pai&lt;br /&gt;Hora da palavra, quando não se diz nada&lt;br /&gt;Fora da palavra, quando mais dentro aflora&lt;br /&gt;Tora da palavra, rio, pau enorme, nosso pai&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Milton Nascimento e Caetano Veloso&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;As leituras do Rosa, em suas veredas e vastidões de palavras em travessia nos ecos desta canção de Milton e Caetano fizeram nascer este meu &lt;em&gt;blog &lt;/em&gt;onde a palavra é lavra diária no embate atritante do léxico com a linguagem produzindo efeitos do dizer... &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1626827244359704403-7195237398427727602?l=lavradapalavraitalobruno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lavradapalavraitalobruno.blogspot.com/feeds/7195237398427727602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1626827244359704403&amp;postID=7195237398427727602' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1626827244359704403/posts/default/7195237398427727602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1626827244359704403/posts/default/7195237398427727602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lavradapalavraitalobruno.blogspot.com/2008/04/terceira-margem-do-rio.html' title='A Terceira Margem do Rio'/><author><name>Ítalo Bruno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00474148725136559720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
